Jogar uma final nunca é fácil. Ainda mais se o primeiro jogo é fora de casa, se o adversário é forte, se o título é inédito, se o treinador é questionado… É tanto “se” que não cabe tudo num post.
Mas, jogar uma final deixa o time numa expectativa enorme. Não tem jogador experiente que não trema nas bases. Nem dirigente que se se sinta confortável. É a primeira vez, de novo! E se o título pode ser inédito… Fica mais complicado ainda.
Numa quarta-feira à noite, o jogo ia começar e a ansiedade já chegava a níveis estratosféricos. Sem conseguir esconder, o jogador fala para dirigente:
– Não consigo mais pensar em nada. Estou muito ansioso. O jogo já vai começar?
– Calma, não vais dar uma de menino novo agora, né?! Eu ainda estou no aquecimento.
– Ah, mas eu já estou pronto! Quero que a partida comece pra eu golear!!! – disse ele.
Terminados os preparativos, o jogo começou e eles partiram para o ataque. A organização tática não estava bem definida, mas era o grande momento de consagração dele. Ele havia treinado muito até ali.
Depois de 10 minutos de jogo, ele cansou. Parou de correr, começou a respirar mais fundo, sentiu um estiramento na coxa.
No 0 x 0, sem gols, com muita decepção e pouca convicção, ela tirou o time de campo.
Moradessajogador?!
Dica do Muricy: experiência não ganha jogo!

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