Tem jogador que não merece oportunidade. É melhor ficar calado, não sondar mercado, muito menos dar entrevista. É melhor esquentar o banco. Não dá nem para deixar participar da preleição.
Não tem coisa mais irritante que jogador que acha que pode ser titular. Meu Deus! Não precisa ser um Messi, mas se ainda fosse um Dzeko, Pato ou o uruguaio Coatz, tudo bem, mas um Jóbson, não dá, né?! Tem que ter muita paciência!
E a cara de pau do jogador parece maior do que a distância entre os gols do campo!
Educadamente, a dirigente resolveu conversar com ele. Óbvio que ele não se ateria aquela mísera conversa.
Dia 1:
– Oi, tudo bem? – Disse ele.
– Oi, tudo! – Respondeu ela, educada.
– Faz tempo que a gente não conversa, né?! Muito trabalho com a admistração do clube?
Já não gostando do rumo da conversa, ela disse:
– Algum. Minha responsabilidade aumentou, mas vale a pena. Tenho gostado muito do novo desafio.
Dia 2:
Assim que ela pisou no CT, ele disse:
– Oiii!
Ela:
– Oi.
E mais um blábláblá longo e martirizante pra ela!
Dia 3:
Ele insistiu:
– Trabalhando muito?
Moradessajogador?!
Ela:
– Sim, inclusive, preciso ir!
Depois disso, ela pensou: é melhor deixá-lo no banco. Ele pode ser um boa moeda de troca por um craque de verdade! Preciso resolver isso!
Dica do Muricy: Não existe amolação no futebol!

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